O relatório da Gallagher destaca que o mercado global de seguros de carga passa por um ajuste, com maior competição e capacidade próxima a USD 1,5 bilhão. Ressalta o crescimento dos MGAs, a estabilidade nas condições contratuais e riscos emergentes, como tensões geopolíticas, incêndios de navios e novas tecnologias que redefinem a gestão de risco.
No relatório mais recente da Gallagher, é apresentado que o mercado global de seguros de carga atravessa um momento de transição. Menciona-se que, enquanto os underwriters falam de um mercado em fase de ajuste, os brokers já o definem como um cenário de rápida suavização. Após vários anos de rentabilidade, a entrada de novos participantes aumentou a capacidade disponível — próxima de USD 1,5 bilhão — o que gera maior competição e pressão para baixo nas tarifas. No entanto, as condições contratuais e os dedutíveis se mantiveram estáveis, evitando, por enquanto, um retorno imediato aos níveis do ciclo mais brando de 2017.
Entre as tendências mais destacadas, sobressai o crescimento dos MGAs (Managing General Agents), que buscam nichos específicos de negócio e oferecem flexibilidade em relação aos mercados tradicionais. Sua estratégia, baseada em preços agressivos e diversificação, apresenta aos clientes o dilema entre optar por economias imediatas ou pela estabilidade de mercados consolidados.
O risco nas cadeias globais de suprimento continua no centro do debate. Fatores geopolíticos, comerciais e tecnológicos redefinem constantemente os fluxos de mercadorias, o que exige soluções de transferência de risco mais personalizadas e com um maior grau de especialização.
Quanto aos temas atuais, o relatório destaca:
Em síntese, o mercado de carga caminha para um ciclo de maior competição e capacidade, marcado pela irrupção dos MGAs, pela complexidade das cadeias de suprimento e pela adaptação a riscos emergentes que exigem tanto inovação quanto disciplina técnica.
Leia o relatório completo aqui https://specialty.ajg.com/marine-cargo/cargo-market-update-2025
Em síntese, o mercado de carga caminha para um ciclo de maior competição e capacidade, marcado pela irrupção dos MGAs, pela complexidade das cadeias de suprimento e pela adaptação a riscos emergentes que exigem tanto inovação quanto disciplina técnica.
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