Tecnologia ao serviço dos seguros: Eficiência operacional e expansão de oportunidades

Nesta palestra moderada por Nazly Contreras, da ALSUM, juntamente com Antonio Lizano, da Sunlight, e Juan Carlos Jaramillo, da RPSG Equador, destacou-se que, embora o comércio internacional cresça e os riscos sejam cada vez mais complexos — devido a crises geopolíticas, eventos climáticos e cadeias logísticas exigentes —, o seguro de carga continua operando com processos reativos e tecnologias obsoletas. Os principais desafios são o mau uso dos dados, a falta de integração entre sistemas e a baixa adoção de ferramentas como sensores em tempo real, inteligência artificial e seguros paramétricos. Através de exemplos como a exportação de produtos perecíveis, mostra-se que o monitoramento de temperatura, umidade e localização permite agir de forma preventiva, reduzir perdas, melhorar recuperações e aumentar a rentabilidade. A mensagem central é clara: passar da gestão de sinistros após o dano para a medição e mitigação do risco em tempo real, apoiando-se na tecnologia para alcançar maior eficiência, competitividade e penetração do seguro na economia.

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