[:es]Una nota de: Aníbal Cejas – www.informeoperadores.com.ar – El impacto económico en el transporte de cargas aún no ha adquirido una real dimensión. A la vez, esta emergencia ha puesto en evidencia la importancia de las cadenas de suministros de mercaderías, sobre todo en el caso de ‘esenciales’ como alimentos, medicamentos, combustible y otros imprescindibles. Si bien el transporte fue declarado como una actividad esencial, la demanda cayó fuerte, en distintos ramos. Desde la Federación Argentina de Entidades Empresarias del Autotransporte de Cargas sostienen que la caída es del 60%.

«Desde Starr Indemnity & Liability Company, Axel Trauttenmiller, coincidió que el transporte de mercaderías ha visto disminuido el nivel de actividad «particularmente en aquellas mercaderías no esenciales, mientras que se mantiene estable y con algo más de volumen en alimentos y medicinas; también se verifica una caída en el segmento de carga de proyectos».»

«Para Gustavo Lado, Corporate Liability & Marine de Boston Seguros, el impacto del Covid-19 podría durar varios meses: «El país busca implementar planes de contingencia para evitar la propagación de la enfermedad a través de la implementación de cuarentenas y restricciones de viaje. La consecuencia es que la producción de bienes y el tránsito de los mismos puede retrasarse debido a la redirección e incluso descarga cerca de su destino final, resultado del cierre de puertos o las restricciones de las fronteras y depósitos internos. Retomar la producción y transporte podría llevar meses para desplegar los pedidos acumulados».»

«En la misma línea, desde Intégrity Seguros, Rodolfo Cacciola, Gerente de Transportes, recordó que la actividad ya venía frenada por la caída de la actividad económica antes de marzo, lo cual ha producido una caída en las primas como consecuencia de las menores ventas: «En aquellas coberturas suscriptas en moneda extranjera esa disminución de prima se ha visto parcialmente compensada, en términos nominales, por la variación del tipo de cambio, pero claramente Transporte de Mercaderías no es un ramo cuya producción se ajuste por inflación».»

En cuanto a eventuales efectos por la cuarentena por el Covid-19, el ejecutivo destacó que «es aún muy pronto para saber con certeza si tendrá algún impacto en la cartera de negocios, pero de haberlo, seguramente dependerá de la participación que tengan los riesgos de aquellos productos considerados ‘esenciales’ en el portfolio de cada compañía y de cuán pronto se autorice el transporte de aquellos que no lo son».

Por otra parte, para Laura Costantini, Gerente Comercial de Assekuransa, afortunadamente sigue activo a nivel global el intercambio de mercancías: «Por supuesto también este sector requirió la aplicación de medidas de seguridad tendientes a preservar la salud del personal involucrado. Pero en cuanto al impacto a nivel cartera del aislamiento preventivo, no se registraron interrupciones abruptas de las operaciones. Lógicamente esta situación afecta a todos de una u otra forma; no obstante, en la medida en que las fronteras nacionales e internacionales para las cargas estén abiertas, la contratación del seguro continúa siendo una necesidad, sobre todo en un marco de crisis económica. Es decir, esta incertidumbre económica trae como consecuencia una baja en el volumen de las operaciones y, por ende, una baja del ramo, pero no su paralización».

Una nota de: Aníbal Cejas – www.informeoperadores.com.ar[:en]A note from: Anibal Cejas  – www.informeoperadores.com.ar –  The economic impact on freight transport has not yet taken on a real dimension. At the same time, this emergency has highlighted the importance of supply chains for goods, especially in the case of ‘essential’ substances such as food, medicines, fuel and other essentials. Although transport was declared an essential activity, demand fell sharply, in different sectors. The Argentine Federation of Business Entities of Freight Transport maintains that the drop is 60%.

Axel Trauttenmiller from Starr Indemnity & Liability Company, agreed that the transport of goods has seen the level of activity decreased «particularly in those non-essential goods, while it remains stable and with a little more volume in food and medicines; there is also a drop in the loading segment of projects».

For Gustavo Lado, Corporate Liability & Marine at Boston Seguros, the impact of the Covid-19 could last several months “the country seeks to implement contingency plans to prevent the spread of the disease through the implementation of quarantines and travel restrictions The consequence is that the production of goods and their transit may be delayed due to redirection and even unloading near their final destination as a result of port closures or restrictions on internal borders and warehouses. Resuming production and transport could take months to roll out the backlog”.

In the same vein, Rodolfo Cacciola, Transport Manager at Integrity Seguros, recalled that activity had already been slowed down by the fall in economic activity before March, which has led to a fall in premiums as a result of lower sales: “In those hedges subscribed in foreign currency that decrease of premium has been partially compensated, in nominal terms, by the variation of the exchange rate, but clearly Transport of Goods is not a branch whose production is adjusted by inflation”.

Regarding the possible effects of the quarantine by Covid-19, the executive stressed that “It is still too early to know with certainty whether it will have any impact on the business portfolio, but if there is, it will surely depend on the share of the risks of those products considered essential in the portfolio of each company and on how soon the transport of those that are not is authorized”.

For another part, Laura Costantini Commercial Manager at Assekuransa, “fortunately the exchange of goods remains active at global level: ‘Of course, this sector also required the implementation of safety measures aimed at preserving the health of the personnel involved. But as for the impact of preventive isolation at the portfolio level, there were no abrupt interruptions in operations. Logically this situation affects everyone in one way or another; however, to the extent that national and international borders for charges are open, insurance contracting remains a necessity, especially in a context of economic crisis. This economic uncertainty results in a decrease in the volume of operations and, therefore, a decrease in the sector, but not its paralysis”.

A note from: Anibal Cejas – www.informeoperadores.com.ar[:pb]Por: Aníbal Cejas –  www.informeoperadores.com.ar  – O impacto econômico no transporte de cargas ainda não adquiriu uma dimensão real. Ao mesmo tempo, essa emergência destacou a importância das cadeias de suprimentos de mercadorias, especialmente no caso de itens essenciais como alimentos, medicamentos, combustível e outros. Embora o transporte tenha sido declarado uma atividade essencial, a demanda caiu acentuadamente em diferentes linhas. A “Federación Argentina de Entidades Empresariais de AutoTransporte de Cargas” sustenta que a queda é de 60%.

Axel Trauttenmiller da Starr Indemnity & Liability Company, coincidiu que o transporte de mercadorias tenha diminuído o nível de atividade “particularmente nas mercadorias não essenciais, embora permaneçam estáveis e com um pouco mais de volume em alimentos e medicamentos; também há uma queda no segmento de carga de projetos”.

Para Gustavo Lado da Corporate Liability & Marine de Boston Seguros, o impacto do Covid-19 pode durar vários meses:  “Os países têm procurado implementar planos de contingência para impedir a propagação da doença através da implementação de quarentenas e restrições de viagem. A consequência é que a produção de mercadorias e seu trânsito podem sofrer atrasos devido ao redirecionamento e até mesmo por descargas próximas do destino final, como resultado do fechamento de portos ou das restrições de fronteiras e armazéns internos. Retomar a produção e o transporte pode levar meses para entregar os pedidos atrasados.

Na mesma linha, Rodolfo Cacciola, gerente de transportes da Intégrity Seguros, lembrou que a atividade já havia sido desacelerada pela queda da atividade econômica antes de março, o que levou a uma queda nos prêmios como consequência da queda nas vendas. Nas coberturas subscritas em moeda estrangeira, essa queda no prêmio foi parcialmente compensada, em termos nominais, pela variação da taxa de câmbio, mas o Transporte de Mercadorias não é claramente um ramo cuja produção seja ajustada pela inflação.

Em relação aos possíveis efeitos decorrentes da quarentena do Covid-19, o executivo destacou que “Ainda é cedo para saber com certeza se isso terá algum impacto no portfólio de negócios, mas se houver, certamente dependerá da participação dos riscos desses produtos considerados essenciais no portfólio de cada empresa e de que em quanto tempo seja autorizado o transporte dos que não são”.

Por outro lado, para  Laura Costantini, Gerente Comercial Assekuransa, felizmente, o intercâmbio de mercadorias ainda está ativo globalmente:“Com certeza esse setor também exigiu a aplicação de medidas de segurança destinadas a preservar a saúde do pessoal envolvido. Porém, em termos do impacto no nível do portfólio por conta do isolamento preventivo, não houve interrupções abruptas nas operações. Logicamente, esta situação afeta a todos de uma maneira ou de outra, mas na medida em que as fronteiras nacionais e internacionais para cargas forem abertas, a contratação de seguros continua sendo uma necessidade, especialmente em um contexto de crise econômica. Em outras palavras, essa incerteza econômica resulta em uma queda no volume de operações e, portanto, uma queda no setor, mas não em sua parada.

 

Texto de: Aníbal Cejas –  www.informeoperadores.com.ar [:]