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https://www.grupoaseguranza.com/ – Por ejemplo, insta a apostar decididamente por la tecnología de código abierto para diseñar productos y soluciones aseguradoras innovadoras. En concreto, propone la puesta en marcha de hasta tres marcos de libre acceso para que pueda beneficiarse todo el mundo, pero se requiere la colaboración entre Gobiernos y el sector asegurador. De aplicarse estos tres marcos, el Lloyd’s está convencido de que se podría proporcionar protección a los clientes ante nuevas oleadas o futuras pandemias, así como reforzar la resistencia de la sociedad frente a futuros eventos catastróficos sistémicos.

Uno de estos marcos lo ha llamado ‘ReStart’ y consiste en apoyar a las pymes para que no sufran daños (pérdidas de ingresos) por interrupciones del negocio. Su objetivo es que el sector se una para desarrollar un producto que cubra este riesgo entre todos y con una prima asequible. Desde su punto de vista, esto animaría a las pymes a reabrir ya que contarían con una protección ante futuros rebrotes. Para ello, el Lloyd’s explica que no haría falta apoyo gubernamental.

El segundo marco lo ha denominado ‘Recover Re’ y sugiere la creación de seguros para proporcionar un alivio inmediato a las pymes, incluyendo la cobertura por interrupción de los negocios. En este caso, más enfocado al medio/largo plazo, sería necesario que los Gobiernos también inyectasen fondos en forma de préstamos limitados. Cree que esto podría implementarse en cualquier país donde el Gobierno tenga los recursos y el compromiso del sector para apoyarlo.

Y el tercer marco, llamado Black Swan Re, consiste en fundar un ecosistema reasegurador entre los Gobiernos y el sector para proteger mejor a los clientes de los impactos devastadores de eventos catastróficos sistémicos como es la pandemia por el Covid-19.

Un Centro de Excelencia

Además de intentar impulsar estos tres marcos, el Lloyd’s está desarrollando un Centro de Excelencia para comprender mejor, modelar y diseñar seguros para eventos catastróficos sistémicos como las pandemias. Ha destinado una inversión inicial de 15 millones de libras. Para su puesta en marcha, el Laboratorio de Innovación del Lloyd’s ya está trabajando con algunas aseguradoras para que proporcionen sus capacidades y experiencias para promover un rastreador de epidemias y crear soluciones para ayudar a cerrar la brecha aseguradora ante los riesgos sistémicos.

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https://www.grupoaseguranza.com/ – For example, it urges a strong commitment to open source technology to design innovative insurance products and solutions. It proposes the implementation of up to three open access frameworks so that everyone can benefit, but collaboration between governments and the insurance sector is required. Applying these three frameworks, Lloyd’s is convinced that it could provide protection to customers in the face of new waves or future pandemics, as well as strengthen society’s resilience to future systemic catastrophic events.

One of these frameworks has called it ‘ReStart’ and is to support SMEs so that they do not suffer damage (loss of income) due to business interruptions. Its aim is for the sector to come together to develop a product that covers this risk together and with an affordable premium. In their view, this would encourage SMEs to reopen as they would be protected against future outbreaks. For this, Lloyd’s explains that there would be no need for government support.

The second framework has called it ‘Recover Re’ and suggests the creation of insurance to provide immediate relief to SMEs, including business interruption coverage. In this case, more focused on the medium/long term, it would be necessary for governments to also inject funds in the form of limited loans. He believes this could be implemented in any country where the government has the resources and commitment of the sector to support it.

And the third framework, called Black Swan Re, is to find a reassuring ecosystem between governments and the industry to better protect customers from the devastating impacts of catastrophic systemic events such as the Covid-19 pandemic.

A center of excellence

In addition to trying to drive these three frameworks, Lloyd’s is developing a Center of Excellence to better understand, model and design insurance for catastrophic systemic events such as pandemics. He has set aside an initial investment of £15 million. For its start-up, Lloyd’s Innovation Lab is already working with some insurers to provide their capabilities and expertise to promote an epidemic tracker and create solutions to help close the insurance gap in the face of systemic risks.

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https://www.grupoaseguranza.com/ – Por exemplo, recomenda um firme compromisso de  tecnologia de código aberto para projetar produtos e soluções de seguros inovadores. Especificamente, propõe a implementação de até três quadros de acesso aberto para que todos possam se beneficiar, mas é necessário a colaboração entre governos e o setor de seguros. Se essas três estruturas forem aplicadas, o Lloyd´s está convencido de que os clientes podem ser protegidos contra novas ondas ou futuras pandemias, além de fortalecer a resistência da sociedade contra futuros eventos catastróficos sistêmicos.

Um desses quadros foi chamado de “ReStar”  e consiste em  apoiar as PMEs  para que não sofram danos (perda de receitas) por interrupções nos negócios. Seu objetivo é que o setor se una para desenvolver um produto que cubra esse risco com todos e com um prêmio acessível. Do seu ponto de vista, isso incentivaria as PMEs a reabrirem, pois teriam proteção contra futuros surtos. Para isso, o Lloyd´s explica que não haveria necessidade de apoio do governo.

O segundo quadro foi nomeado de Reover Re” e sugere a criação de seguro para fornecer alívio imediato às PMEs, incluindo cobertura de interrupção de negócios. Nesse caso, mais focado no médio/longo prazo, seria necessário que os governos injetassem também fundos sob a forma de empréstimos limitados. Acredita-se que isso poderia ser implementado em qualquer país em que o governo tenha os recursos e o compromisso do setor em apoiá-lo.

E o terceiro quadro, chamado  Black Swan Re,  consiste em fundar um ecossistema de resseguro entre os governos e o setor para proteger melhor os clientes dos impactos devastadores de eventos catastróficos sistêmicos, como a pandemia de Covid-19.

Um centro de excelência

Além de tentar impulsionar essas três estruturas, o Lloyd’s está desenvolvendo um Centro de Excelência para entender melhor, modelar e projetar seguros para eventos catastróficos sistêmicos  como pandemias, para o qual foi designado um  investimento inicial de £ 15 milhões de libras. Para seu lançamento, o Laboratório de Inovação do Lloyd´s já está trabalhando com algumas seguradoras para fornecer suas capacidades e experiências para promover um rastreador de epidemia e criar soluções para ajudar a diminuir a lacuna de seguro contra riscos sistêmicos.

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